quarta-feira, 3 de agosto de 2016

SER BEM SUCEDIDO

SER BEM SUCEDIDO
E-mail: ernidiomigliorini@gmail.com
Objetivos elevados, quando ainda não estamos vivendo de acordo com as nossas expectativas, podem nos levar à ilusões. A posse de bens materiais é equacionada na mente coletiva como alto grau de sucesso. Todavia, o verdadeiro sucesso é sobre quem somos e o quão longe chegamos. Nós precisamos lembrar e reconhecer com gratidão o que realmente conseguimos na nossa existência. E os indicadores do sucesso servem justamente para isto.
Nós não somos o centro do Universo.  O sucesso verdadeiro exige a habilidade de sentir empatia, de considerar que os sentimentos e sonhos de outras pessoas são tão importantes quanto os nossos, e não podemos alcançar o sucesso sem elas.
Se manter positivo. A esperança e o otimismo são componentes essenciais para uma existência completa. Se desprender do que aconteceu indesejavelmente, banir as amarguras e ressentimentos. O sucesso real significa sempre enxergar o lado bom e acreditar que temos o poder de superar as piores situações, substituindo-as por formatos positivos e edificantes.
 O fracasso não dura para sempre. Só não falha quem nunca faz nada. O engano deve ser encarado como uma oportunidade de aprender alguma coisa diferente; conseguir e seguir avante. As derrotas são inevitáveis e jamais  saberíamos o que é o sucesso verdadeiro, sem nos defrontar com estes obstáculos e vencê-los. É exatamente o contraste que mostra o que é bom ou mau. Os erros, paradoxalmente,  pavimentam o caminho para o sucesso ao revelar quando  tomamos uma decisão equivocada. As maiores descobertas geralmente vêm, surpreendentemente,  quando nos sentimos desprovidos de alento. É esta frustração que nos força a pensar diferente, até que se enxergue a solução. E que talvez estivesse bem próxima e não a visualizávamos. Manter sempre as expectativas em perspectiva é já um sucesso estrondoso.
Pedir ajuda quando for preciso é um sinal de maturidade emocional, é um padrão de Inteligência Emocional. Não precisamos esconder de ninguém que não sabemos tudo e não devemos temer em revelar as nossas carências, porque ninguém alcança o sucesso sozinho.
A existência não é ver e imitar os outros. Um sinal infalível de sucesso é a capacidade de celebrar as conquistas dos outros com entusiasmo sincero. Quando somos verdadeiros conosco e com os nossos princípios, e estamos satisfeitos com a nossa existência, a consciência do nosso sucesso emerge.

 Precisamos aceitar o que não pode mudar, mas, lutar para o que for possível de ser transformado para melhor. Só conseguimos seguir em frente quando começarmos a explorar nossas opções e fazer planos para mudar o que pode ser mudado. Assumindo a responsabilidade pela mudança das coisas que  não gostamos, é um dos maiores indicadores de sucesso.
“Sem a crença da sinergia de nada adiantará a estratégia de batalha. (EM).”






terça-feira, 2 de agosto de 2016

AGORA: O PRESENTE

AGORA: O PRESENTE
E-mail: ernidiomigliorini@gmail.com
Agora é tudo o que é, não existe passado ou futuro exceto como uma memória ou antecipação mental.
O momento presente é algo mais precioso e importante que existe.
O passado é o concreto, a realidade e o futuro é abstrato e aleatório. Em ambos os casos o que temos é ilusório. No passado não podemos mudar mais nada, do futuro ainda nada podemos fazer. Só existe agora, o presente, onde fazemos tudo.
O tempo é precioso agora, no presente. Todo o tempo presente não aproveitado agora pode ser decisivo e escasso no futuro e ter consequências surpreendentes. Quanto mais  estivermos focados no tempo  passado ou futuro, mais  perderemos o presente o agora.
O sucesso deve ser construído e aproveitado no momento presente.
Tendemos a nunca estar presente completamente no agora, porque inconscientemente acreditamos que o próximo momento deve ser mais importante do que este. Mas assim perdemos uma existência inteira, projetando para o futuro e preterindo o presente, que é quando realmente existimos, pensamos e agimos.
Honrando e reverenciando a excelência do momento presente, a felicidade se configura pelas ações e realizações e a existência  flui com contentamento e facilidade. Quando se age a partir da consciência do momento presente, o que quer que se faça fica imbuído com um sentimento de qualidade, cuidado e amor, mesmo a mais simples ação. Onde  estivermos, estejamos totalmente no presente.
Quando o aqui e o agora são desfavoráveis, temos três opções: retirar-se da situação, mudar a situação ou aceitá-la totalmente. Se quisermos ser responsáveis pela nossa existência, temos que decidir agora o que fazer. Sempre dizer sim para o momento presente. A aceitação não é um estado passivo, na realidade ela traz algo inteiramente novo: paz, vivência, e consciência. Aceitar e depois agir. Sempre trabalhar com o momento e não contra o momento.
Nunca criar resistência interna ao que já é. Dizer sim para a existência e ela trabalha em nosso favor. Temos que levar a existência com mais desapego e naturalidade evitando que mente fique obcecada por um positivo permanente que é utópico. Viver o momento com intensidade e desfrutar do seu espaço com ânimo e reflexão. Aprendendo a contar também as bênçãos, não só reclamar do que não se quer.
As culpas e ansiedades são produzidas mentalmente, geralmente associadas a passado e futuro, mas elas não suprem às necessidades do agora, do presente, quando, efetivamente, somos agentes capazes de fazer a nossa história. Temos que, diante de qualquer situação, aceita-la ou bani-la. Na pressa de conseguir: pensamos demais, desejamos demais, buscamos demais, queremos o ter e esquecemos o ser, que está umbilicalmente ligado ao agora e ao presente.
Sempre que interagirmos com outras pessoas,  estejamos dentro da consciência da presença do momento presente, do agora. Contribuindo ao máximo para ser uma companhia agradável, colaborativa, que acrescentou algo de bom para os presentes. Nós não podemos perder algo que não temos; mas não podemos desperdiçar o que podemos e somos.
Onde houver verdadeiro amor, não há ego. Um relacionamento genuíno é aquele que não é dominado pelo ego com a sua busca incessante de criar uma imagem e uma definição dos outros. Em um relacionamento genuíno, existe o estado de abertura, de atenção alerta para a outra pessoa. Aproveitando o agora, o presente, cuja oportunidade pode não se repetir, para manifestar as virtudes puras de um verdadeiro sentimento pelo outro, amando ao próximo como a si mesmo.
O que lutamos contra, vai aumentar e o que resistimos, vai persistir. Não oferecer resistência à existência é estar em um estado de graça, de felicidade e de brilho. Este estado, então não é mais dependente das coisas ficarem bem ou mal. Quando a dependência da forma for extinta, a condição geral da existência melhora significativamente. As coisas, as pessoas, as condições que pensávamos que precisaríamos para a felicidade agora chegam sem luta ou esforço da nossa parte, e estamos livres para apreciar enquanto durarem. Tudo está na relação agir e desfrutar o agora, o presente. O verdadeiro poder está dentro de cada um e está disponível no agora, no presente.
Precisamos viver autenticamente; mas, sabendo que não existem interações humanas autênticas. Aplicando isto no agora e no presente com a mesma qualidade, constância e perseverança. Isto é integridade moral e ética. Desejar é a antítese da felicidade. A felicidade depende das condições que são percebidas como positivas. A mente é um instrumento poderoso se usado corretamente. Mas, nós somos mais do que a nossa mente. A preocupação é uma perda de tempo, parece necessária, mas não serve a propósito algum. Quando percebermos isto, existirá uma energia prazerosa por trás de tudo que  fizermos. Quando estivermos presos no tempo teremos a compulsão de viver quase exclusivamente através da memória e da antecipação. Ressalta-se a necessidade da consciência do existir agora e no presente e não no hipotético.
Tédio, raiva, tristeza, medo não são estados nossos, não são pessoais. Eles são condições da mente humana. Eles vêm e vão. Nada do que vem e vai é nosso. O começo da liberdade é a percepção de que nós não somos o pensamento, nós apenas somos passíveis de ter pensamentos. Com este nível mais elevado de consciência nos tornamos ativos e percebemos que existe um vasto campo de inteligência além do pensamento, que o pensamento é apenas um pequeno aspecto da nossa inteligência. Percebemos que todas as coisas que realmente importam: beleza, amor, fertilidade, contentamento, paz interior – aparecem além da mente.  Por isto, enfatize o aqui, o agora, o presente.

“Precisamos procurar à exaustão, conhecer as relações do corpo humano, seus mecanismos e propriedades; na sua conexão com tudo o que existe de visível, invisível, material e transcendental. (EM).”

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O RISCO

O RISCO
Tudo o que se decide e faz, tem um potencial de risco natural. Porque o resultado é via de regra aleatório e tem duas facetas, ou é positivo ou é negativo. Não temos o poder absoluto de controlar o futuro ao nosso bel prazer. O risco pode ser de vários tipos, inclusive de acidentes, ou algo mais grave.
Para minimizar as incertezas é necessário empregar conhecimento, experiência, planejar, monitorar e trocar de curso durante o processo e em tempo e, consciente e permanentemente, pensar de maneira mais inteligente antes de agir. Isto aperfeiçoa as ações e aprimora os resultados. Coibindo riscos.
A resolução de problemas é difícil; se determinado problema persiste é porque foi tentada a sua solução sem êxito. Haja pensamento em busca da incógnita.
As pessoas mais inteligentes tendem a buscar comprovação daquilo que já pensam, para configurar uma visão mais robusta da realidade. Mas, acontecem situações em que é necessário reformular a maneira de pensar. O avanço do conhecimento amplia a ciência. Criatividade e inovação, novos métodos e técnicas de executar da mesma coisa, de modo mais rápido, menos oneroso e mais eficaz surgem em função de experimentos exitosos e surpreendentes.
Quando não se paga o verdadeiro custo de algo, tende-se a utilizá-lo de maneira ineficaz. Riscos à porta.
É muito difícil dizer “eu não sei”. Enquanto não se admitir que não se sabe, é praticamente impossível aprender o que é preciso ser aprendido. Precisamos aprender a reaprender, fazendo a catarse e praticando cotidianamente a reciclagem. Quando se finge saber algo, isto é muito prejudicial e travante do conhecimento; constitui apenas uma proteção da reputação, que parece aliviante, mas torna-se um vicio paralisador da atitude evolucionista. É melhor reconhecer a ignorância do que arriscar.
A chave do aprendizado é o feedback, sem ele não é gerada a motivação e nem interferência dos estímulos para a atualização científica, indispensável para a sobrevivência funcional e operacional. Mais domínio da situação menos risco.
Requer muita coragem para reconhecer que não se tem todas as respostas e muito mais, para reconhecer que não se tem nenhuma pergunta.
É muito mais fácil falar do que fazer. As perguntas que as crianças costumam fazer, tem como causa, o fato de serem incansavelmente curiosas por aprender, por saberem tão pouco e geralmente isentas de preconceitos que possam impedir de ver as coisas, como realmente são.
As perguntas pequenas são menos formuladas e investigadas, mas constituem um fator importante para o verdadeiro aprendizado. Os grandes problemas compactam pequenos problemas entrelaçados e não podem ser resolvidos tentando atacar grandes soluções; mas resolvendo peça por peça, parte por parte, quando estas estiverem resolvidas o problema estará detonado.
Tudo parece muito bom teoricamente, mas tem que funcionar na prática; onde mora a experiência, originada ou não de experimentos científicos, onde o efeito também e avaliado como frequência estatística de eventos semelhantes.
Sempre valorizar o óbvio. Quando não conhecemos o assunto, devemos fazer perguntas a partir da total ignorância, cujas perguntas um conhecedor jamais precisa fazer e geralmente as pessoas não se dispõem a dizer não sei, mesmo não sabendo nada.
É mais difícil enganar uma criança do que um adulto. Porque as crianças são sinceras, despojadas de malicia e os adultos são induzidos e vulneráveis, compram dogmas, ficam mais lerdos perceptivamente, buscam explicações não óbvias. O risco mora no imponderável.
As pessoas reagem a incentivos. Os incentivos tem grande influência no resultado das atitudes e ações pessoais e interferem na solução de problemas. Os incentivos impulsionam em diferentes direções e magnitudes. Incentivos podem funcionar bem em certos contextos e muito mal em outros. Para evitar riscos é necessário gerenciar os incentivos. É relevante descobrir o que vai na mente das pessoas e o que realmente importa para elas; cada um  tem um desejo, um objetivo diferente, que efetivamente lhe satisfaz. Quando se descobre esta propensão fica mais viável estimular comportamentos e procedimentos de terceiros em favor de qualquer causa. É necessário encontrar identificação entre o que os outros querem ouvir e desejam que seja feito. As preferências declaradas podem conflitar com as reveladas. Importa não levar em consideração só o que dizem, mas muito importante, no que fazem. Geralmente os incentivos do vendedor e os do comprador conflitam. Descobrir o que incentiva ou não à alguém, é uma questão de adquirir experiência em influência social.
Reconhecendo as razões da argumentação do oponente, que sempre tem algum valor, do qual se pode aprender e fazer uso para reforçar o próprio argumento em convencimento do oponente; parece contraditório, mas lembremo-nos, costumamos ficar cegos para a nossa própria cegueira. O oponente que perceber que o seu argumento é ignorado não se deixará convencer. Só se consegue convencer alguém, com o qual mantem-se um diálogo respeitoso e que não o fira emocional e sentimentalmente.
O fracasso não é necessariamente inimigo do sucesso. Pode servir de feedback valioso para rever formas de pensar e agir, que não dão certo. Quem aprende as lições da derrota é potencial candidato à vitória mais consolidada. Às vezes a desistência é a melhor decisão. É válido utilizar de um pêndulo, na radiestesia ou de uma moeda para indagar se determinada ação deve continuar ou cessar, sortear. Existe comprovação estatística de acerto de no mínimo sessenta por cento dos casos de consulta destas duas modalidades. A capacidade de desistir está no cerne da ideia de evitar riscos de todas as intensidades. Para isto é necessário desapegar do senso comum e aplicar um pensamento inteligente, ponderando com certe exaustão sobre as duas probabilidades que residem no futuro: sucesso com galardão ou fracasso com o impacto nefasto do risco.
“Só o SUPREMO CRIADOR do Universo é Absoluto, porque tem os atributos e é onisciente, onipresente e onipotente. Nós somos apenas criaturas de segunda grandeza; primados pelos Anjos e superiores aos animais. (EM).”












quinta-feira, 28 de julho de 2016

PREFIXOS E SUFIXOS GREGOS

PREFÍXOS E SUFÍXOS GREGOS
Prefixos, Sufixos e Termos:
Endo: para dentro.
Ado: terminado.
Ido: conseguido.
Indo: em movimento.
Ito: já estabelecido.
Exo: para fora.
Onto: ente, indivíduo.
Eco: casa, meio.
Onco: tumor
Orto: correto, direito.
Ludi: jogo.
Para: proximidade.
Peri: em torno.
Pnéia: respiração.
Poli: muitos.
Pós: após.
Proto: primeiro.
Logia: estudo.
Dis: negação, cessação, separação.

Filogênese: desenvolvimento da espécie.
Ontogênese: desenvolvimento do indivíduo.
Meta: limite.
Metafísico: transcendental, difícil de compreender.
Módulo: unidade de medida.
Cósmico: estudo da estrutura do Universo, tudo.
Epistemologia: natureza, origem e limite do conhecimento.
Sinopse: resumo, sumário tardio feito depois do texto original.
Sintaxe: construção gramatical, metodicamente dividido, subordinação de elementos que firmam um elo.
Léxico: dicionário, palavras.
Intuição: primeira resposta.
Subjetividade: faculdade mental em resposta às impressões dos cinco sentidos.
Faculdade da consciência: lembrar, reter impressões, memorização, concentração. A memória lembra. A imaginação visualiza.
Raciocínio: analítico, sintético, indutivo (causa->efeito), dedutivo (efeito->causa), silogístico (efeito->efeito).
Impar: negativo; Par: positivo; Fim de um ciclo para iniciar outro: neutralidade.
“O mestre só aparece quando que o discípulo está apropriado da aprendizagem. (EM).”






sexta-feira, 22 de julho de 2016

METODOLOGIA MATEMÁTICA

METODOLOGIA     MATEMÁTICA
E-mail: ernidiomigliorini@gmail.com
Um método eficaz de lecionar e aprender Matemática é estruturar cada aula em torno de um único conceito matemático. Estudando cada parte do conteúdo geral da disciplina e estabelecendo a sua relação com todo o conjunto matemático. A aula se estendendo por tantos períodos quanto forem necessários, até que cada estudante tenha entendido o conteúdo abordado. O objetivo é assegurar que um conceito seja totalmente aprendido e não tenha que ser ensinado novamente no futuro. A matemática tem como condição sine qua non de aprendizagem, o domínio dos seus conteúdos conceituais fundamentais iniciais.
Um sistema mais rigoroso e exigente, baseado em manuais contendo os passos para interpretar e resolver problemas, com regras, fórmulas, exercitamento, associação com a realidade e similares.
O emprego de uma metodologia altamente conceitual, com aulas baseados em métodos fundamentais e leis da matemática, orientando os estudantes a representar fisicamente os conceitos, usando objetos e imagens para ajudá-los a visualizar as ideias abstratas de cada conteúdo. Além disto, a sua capacitação para falar e escrever sobre matemática, aumentando as probabilidades de sucesso, na aprendizagem matemática.
O estabelecimento com os estudantes de critérios para a apresentação da resposta dos problemas propostos; definindo que a resposta seja redigida com frases completas; revelando que o conceito matemático foi entendido e assimilado pelo estudante e que ele vem acumulando conhecimento, tornando o processo de aprendizagem integrado,  gradual e sustentado. E está construindo o raciocínio lógico, a linguagem matemática e adaptando o conhecimento às situações do cotidiano.
A criação de um clima em sala de aula, de tal forma que toda a classe aprenda junto, todos avançando no mesmo ritmo e não prosseguindo se alguém ainda estiver com dúvidas. Os estudantes com melhor desempenho são encorajados a aprofundar o conhecimento e ajudar o restante da classe.
A repetição de conceitos e procedimentos adequados para a aprendizagem matemática é eficaz e mantém na mente dos estudantes, a necessidade de trabalhar cada segmento de conteúdo associado com o todo. Deve-se praticar exercícios até o domínio cada conceito. Um estudante responde à pergunta do professor e os outros repetem a resposta em uníssono. Em seguida, outro responde a uma outra pergunta e o restante repete. Os estudantes aperfeiçoam o uso do vocabulário matemático na medida em que a aula avança. As aulas devem  também ser muito interativas. Com duração máxima de 40 minutos. Após este tempo, há uma tendência humana natural de quebra de atenção.
No ensino de Matemática é fundamental o preparo didático-pedagógico do Professor. Que precisa empaticamente, colocar-se no lugar do estudante, consciente de que a aprendizagem envolve várias situações humanísticas, principalmente de identidade de objetivos. O estudante só aprende a apreender, se o conteúdo que lhe é passado tenha significação para a solução de seus problemas e implicâncias existenciais. Também é ponderável o grau de consideração que o professor consegue granjear junto aos seus discípulos. Pela sua postura, moral, ética, conhecimento e carisma. O Professor precisa se preparar, se planejar e ter uma noção clara do que é mediar o conhecimento, com a cultura suficiente para um desempenho adequado e compatível com cada nível e grau de ensino.  

“O fenômeno da multiplicidade e o da relatividade são inseparáveis e são encontrados juntos em tudo. (EM).”

quinta-feira, 21 de julho de 2016

QUASE 32 HORAS


QUASE 32 HORAS
E-mail: ernidiomigliorini@gmail.com
Estudos realizados por cientistas sinalizam que um dia se estende, de fato, por 31 horas e 28 minutos. Que em função do uso cada vez maior de tecnologia e de novos comportamentos, o ser humano adquiriu a função de multitarefas, com mais horas de atividades por dia de existência.
O indivíduo é acumuladamente: social,  tecnológico,  mídia,  multitarefa. E os comportamentos e modelos mudam profundamente e rapidamente. Tudo isto impacta no receptáculo final. A sensação impactual é maior do que a realidade factual. Isto interfere no organismo humano, sobrecarregando-o com fadiga e estresse mental.
Os paradigmas sociais passam por mutações radicais. As mensagens instantâneas crescem em alta velocidade.  O jeito de ouvir mudou. Ao mesmo tempo em que a pessoa esteja ouvindo uma música, uma palestra, ou similar está executando, concomitantemente, outras atividades. Em síntese, está se multiplicando funcional e operativamente, mas continua apenas uma unidade humana, sobrecarregada de múltiplos fazeres e crescentes oneradores mentais e físicos.
Vive-se a sensação de 32 horas por dia e em movimento constante. Tudo está em plena e acelerada transformação. É necessário desdobrar-se, adaptar-se, atualizar-se, movimentar-se, reciclar-se e compreender, e assimilar o ritmo da dinâmica existencial. Mas, mantendo tudo o que for possível do já existente; para que o transpasse de uma realidade para a outra mais atual, não ocorra sob condições de estanque.
“Assim como a sensação, que extrapola a realidade; é o transcendental, que não consiste em ver, mas, sim em existir e impactar sobre o visível. (EM).”





APRENDER E PRATICAR
E-mail: ernidiomigliorini@gmail.com
O real é concreto o ideal pode ser utópico. Precisamos aprender e praticar o que aprendemos; tornando a aprendizagem um processo de efetiva eficácia pessoal e profissional.
A distância de onde estamos hoje para onde queremos estar amanhã será percorrida graças ao conhecimento. É por isto que existem cursos sobre como fazer cada tipo de atividade. Além da escola formal nos seus diversos níveis, do fundamental ao superior mais graduado.  Com mais conhecimento teremos, necessariamente, melhores resultados.
De nada vale o aprendizado sem a prática. Um novo conhecimento também não gera  resultados imediatamente. Geralmente requer um período de exercitamento prático da idéia apropriada mentalmente, para produzir competências e habilidades para o seu real emprego com sucesso.
Tudo se resume ao vácuo entre à aprendizagem e à  pratica do conhecimento assimilado. Aprender algo novo e praticar algo novo compreende dois métodos com resultados diferentes. Se o objetivo é ser mais efetivo deve-se estudar sobre efetividade, mas só se terá resultados caso coloque-se o conhecimento em prática.
A aprendizagem passiva cria conhecimento, a prática cria habilidade. O aprender pode, se mal concepcionado, ser um pretexto do subconsciente para não sair da zona de conforto. Em muitos casos, a aprendizagem é, na verdade, uma maneira de postergar ações relativas aos supostos objetivos e interesses. Pensa-se estar descobrindo a melhor maneira de fazer algo, quando na verdade deveria estar praticando a ação que resultaria no resultado desejado. A aprendizagem é valiosa até que se torne uma forma de procrastinação. Prática é aprendizado, mas aprendizado não é prática
A prática ativa é uma das maiores formas de aprendizado, porque os erros durante o processo revelam informações importantes. Aprender é valioso, mas se o objetivo tem relação com melhores resultados em determinada área, só será alcançado com ação prática. Praticar foca a energia no processo. Isso começa a direcionar o foco para a prática de melhores hábitos no cotidiano, com progresso contínuo e resultado lógico. Os hábitos adequados praticados continuamente é que determinam o sucesso do que se faz.

“Quem compreende entende, fica capacitado, toma atitude, age, faz e realiza. Concretizando um fato, uma realidade. (EM).”